Toracostomia com drenagem pleural é um dos procedimentos invasivos mais executados em cenários de emergência, terapia intensiva e sala operatória. Estima-se que até 30% dos pacientes politraumatizados apresentem indicações formais de drenagem torácica nas primeiras 24h de atendimento (HERPICH & GUIMARÃES, 2023). Ao permitir a evacuação de ar (pneumotórax), sangue (hemotórax), pus (empiema) ou líquido seroso (derrame paraneumônico), o dreno restabelece pressão pleural negativa, reexpande o parênquima pulmonar e melhora a complacência torácica (NÁCUL et al., 2014). A abordagem sistematizada — da simulação às etapas assistenciais — reduz complicações, padroniza a técnica e acelera o raciocínio clínico, sobretudo entre médicos em formação (SCALABRINI NETO & DIAS, 2023).