INTRODUÇÃO: A terceira maior causa de doença cardiovascular no mundo é o tromboembolismo venoso que é representado pela trombose venosa profunda (TVP) e pelo Tromboembolismo pulmonar (TEP). Clinicamente, pode-se apresentar diversos sinais e sintomas, como dispneia súbita, hipoxemia ( PaO2 < 80 mmHg), dor pleurítica e taquicardia. Há escores, como o de Wells que auxiliam na estratificação do risco de ter o TEP. A identificação e respectivo manejo se faz importante para melhora do prognóstico. OBJETIVO: Analisar a importância do manejo adequado do tromboembolismo pulmonar na terapia intensiva. METODOLOGIA: Trata-se de uma revisão integrativa dos últimos 3 anos, do período de 2022 a 2025. O site utilizado para a pesquisa foi a Biblioteca Virtual em Saúde com a base de dados da Medline. Os descritores em ciências da saúde (DECS) que foram utilizados: Embolia Pulmonar UTI terapia. Foram encontrados 47 artigos, sendo eles analisados conforme os critérios de inclusão e exclusão. Além disso, foi utilizado um documento de medicina intensiva. Os critérios de inclusão foram artigos disponibilizados na íntegra e que se relacionavam à proposta estudada. RESULTADOS E DISCUSSÃO: O TEP é um fator presente significativamente nos ambientes de terapia intensiva. O tratamento vai desde a anticoagulação e o manejo ambulatorial para os casos onde o indivíduo é de baixo risco, até a internação na terapia intensiva, nos casos mais graves, seja com a condição isolada ou associada a outra doença. Pacientes com risco alto de TEP e que apresentam choque devem ser submetido, na ausência de contraindicação, a trombolise, com intuito de permitir um efeito mais imediato da anticoagulação, uma vez que a heparina não apresenta efeito nas primeiras 24 horas, sendo a trombolise útil na aceleração do processo de recanalização. Métodos como procedimentos percutâneos de fragmentação podem ser utilizados nos pacientes que apresentem contra indicação a trombolise. CONCLUSÃO: O manejo adequado se faz importante para melhora da morbimortalidade.